Considerando a América Latina, os chamados não medicamentos já representam 21,3% do mercado farmacêutico regional. E a expectativa é que esse segmento continue a registrar alta de dois dígitos até 2026, quando o Brasil deve totalizar R$ 136,4 bilhões em vendas.
“Esse desempenho é tracionado pela maior atenção do consumidor ao autocuidado e tem como impulso especialmente o pequeno varejo, que agrega o associativismo e as farmácias independentes”
Fonte: Panorama Farmacêutico